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Em 27 de julho, a integrante da Comissão de Bioética do HCFMUSP Dra. Maria Garcia trouxe ao IMREA uma palestra sobre o sigilo e a confidencialidade das informações que se referem ao paciente e ao seu processo de reabilitação.

Citando casos recentes, Maria, que também é professora de Direito Constitucional, Educacional e Biodireito da PUC, explicou cada uma das diretrizes da Bioética, que visam, segundo a docente “proteger a dignidade da pessoa humana.”

De acordo com a apresentação, ao lidar com situações em que há conflitos de interesse durante o atendimento à saúde, deve-se considerar conceitos como a autonomia do paciente, ou seja, a sua própria escolha; a beneficência, ou o que é melhor para sua saúde e integridade; a justiça, ou seja, a distribuição igual de benefícios e obrigações; e a não maleficência, ou seja, não infligir dano ao paciente nem a outra parte. “A bioética é casuísta”, ou seja, cada caso demanda uma avaliação individual, de acordo com a especialista, “Mas os princípios são norteadores e devem ser considerados sempre em conjunto, conciliados.”

Para Maria, a introdução desses conceitos no cotidiano do atendimento se faz com o estudo constante do colaborador e conhecimento dos respectivos códigos de ética. “O profissional deve seguir a ética como parâmetro mas procurar sempre se aperfeiçoar. E a instituição pode proporcionar essa educação continuada”, salientou a professora. Na imagem abaixo, Dra. Maria Garcia aparece ao lado da Coordenadora do Serviço de Atenção ao Usuário, Júnia Galvão, e o Diretor Administrativo do Instituto de Reabilitação Lucy Montoro, Dr. Fábio Pacheco.

SigiloeConfidencialidade